Uma das questões mais importantes enfrentadas
por aqueles que professam crer nas doutrinas da graça (comumente chamado de
"calvinismo" TULIP, Cristãos Reformados Fundamentalistas); é como se
relacionar com os cristãos evangelicalistas professos que rejeitam as doutrinas
da graça. Deverão ser abordados como irmãos em Cristo? Deveremos tomar o relato
de suas “experiências de conversão” como tendo o valor que alegam ter? Para
responder a estas questões, o autor desta obra extraordinária; gostaria de
apresentar as seguintes Três Razões Pelas Quais Os Arminianos Não São Salvos. –
Como arminianos, entendemos o que se segue: Além das óbvias seitas não cristãs
(pagãs, como o animismo africano); e seitas pseudocristãs (como o Romanismo, o
Adventismo do Sétimo Dia, o Mormonismo, os Testemunhas de Jeová, os
Pentecostais Unicistas, Igreja Pentecostal Unida do Brasil, IPUB; os Batistas
Renovados), também são arminianas as pseudo-reformadas igreja Metodistas, todas
as igrejas Pentecostais e Neopentecostais, bem como a maioria das igrejas do
ramo chamado de “Batistas do Livre Arbítrio”, inclusive as igrejas Anabatistas
Remanescentes, as Menonitas, CCB, Congregação Cristã no Brasil e etc...).
Motivo número um:
Os arminianos não, estão salvos porque eles
adoram um ídolo. Por um ídolo, quero dizer "um deus que não pode
salvar." Mas espere um minuto, você diz, eles adoram Jesus? Não, por uma
questão de fato, não. Eles podem dizer que adoram Jesus, mas o Jesus que eles
adoram simplesmente não pode salvar. Os fariseus disseram que acreditavam em
Deus e até mesmo convenceram a si mesmos de que eles acreditavam em Deus, mas
sua fé estava realmente em um deus que não poderia salvá-los, a sua fé não
estava no único, verdadeiro, absoluto e exaustivamente soberano, Deus de
Israel.
Isto é evidente pelo fato de que, quando o
verdadeiro Deus veio para viver entre eles, blasfemavam dele e O fizeram ser
executado. Os fariseus fizeram um ídolo de sua ideia (uma imagem mental
fraudulenta); de Deus, portanto, eles estavam tão perdidos quanto aqueles que
adoravam um ídolo esculpido chamado Moloch. Formarmos uma imagem no nosso
cérebro e chamando-o de "Jesus" não é mais uma evidência da salvação
do que esculpir um ídolo de madeira e chamá-lo de "Deus".
De ambos os modos, o indivíduo está em idolatria
grosseira. E o fim daqueles que adoram ídolos é tornar-se como seus ídolos
(Salmos 115:8). Arminianos têm um deus que não é capaz de transformar a vontade
do homem que agrada a ele [o deus]. Podem firmemente crer que ele é capaz de
mover montanhas, causar o trovão e o relâmpago, e ordenar as estrelas em seus
cursos, mas ele é impotente perante o Todo-Poderoso Livre-Arbítrio do Homem, e
o sangue do seu único filho gerado é derramado por aqueles que estão sob o
controle de suas próprias vontades, em uma expiação impotente. Este não é o
Deus da Bíblia (Salmo 115:3, Provérbios 1:21).
Esse "deus" não é um Deus justo, nem
um Salvador (Isaías 45:21). Esse "deus" simplesmente não pode salvar
(Isaías 45:20). Esse "deus" é um caniço quebrado, perfurando a mão de
todo aquele que se apoia sobre ele. Esse "deus" é uma mentira do
inferno e está destinado a voltar para lá. E aqueles que o seguirem até o fim
estão destinados a retornar para lá juntamente com ele. Qual foi a queixa que
Deus fez ao apóstata Israel? “... pensavas que Eu era tal como tu ...” (SL.
50:21 ACF) Arminianos têm forjado um deus em sua própria mente. Eles não são
mais salvos do que os judeus que fizeram exatamente a mesma coisa ao adorarem
um ídolo de ouro no deserto.
Motivo número dois:
Os arminianos não estão salvos porque eles não acreditam na verdade. Isso está relacionado ao motivo anterior, mas tem mais a ver com a evidência da salvação de uma pessoa. Qualquer calvinista que defende a salvação de arminianos devem explicar 2 Tessalonicenses 2:12, que diz: “Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade.” (2Ts 2:12 ACF) alguns usam a desculpa de que os arminianos acreditam nas mais importantes, nas doutrinas fundamentais da Escritura. Mas será que eles acreditam mesmo?
Cada membro da Trindade está associado com a
verdade (Salmo 31:5, João 14:6,17). Aqueles que são salvos amam a verdade (Tito
1:1, João 3:21), porque foi o instrumento de seu segundo nascimento (Tiago
1:18, Efésios 1:13). Mais relevante e especificamente, eles amam a verdade,
porque Deus os predestinou para amá-la (2 Tessalonicenses 2:13), portanto as
ovelhas eleitas conhecem a voz de seu Pastor (João 10:14) e que,
inevitavelmente, O seguem. Na verdade, aqueles que não ouvem a voz do Pastor
simplesmente não são ovelhas (v. 26)! Por que Deus predestina as Suas ovelhas a
amarem a Sua verdade e a seguir somente a Ele? A razão é dada em Isaías 48, versículos
9-11:
“Por amor do meu nome retardarei a minha ira,
e por amor do meu louvor me refrearei para contigo, para que te não venha a
cortar... Por amor de mim, por amor de mim o farei, porque, como seria
profanado o meu nome? E a minha glória não a darei a outrem.” (Is 48:9-11 ACF).
A glória de Deus é a única razão pela qual Ele
faz todas as coisas. É a razão pela qual Jesus veio à terra (João 12:27-28), é
a razão pela qual Ele salvou a Sua igreja (Efésios 1:12), e é a razão pela qual
Ele irá retornar algum dia para levar a igreja para a casa dEle (2
Tessalonicenses 1:10). É a razão para a existência da criação (Romanos 9:23).
Agora, se a vontade de Deus é que Ele seja
glorificado por Sua igreja, que possível motivo poderia ter Ele para permitir
aos homens atribuírem a fonte da sua fé às suas próprias vontades? Isso
despojaria Deus de Sua glória de direito e não compartilhada, glória que Lhe
cabe na salvação. Ele não deixa os Seus [redimidos] na ignorância mais do que
Ele os deixa chafurdar nos seus pecados (I João. 3:9). Portanto, a glória de
Deus absolutamente exige que consideremos os arminianos 100% perdidos.
O ensinamento de que um Deus soberano! não
poderia, ou não quereria, irresistivelmente conduzir Seu povo a crer e
confessar o verdadeiro Evangelho é um ensino que apresenta Deus como sendo tão
frágil e impotente como o deus arminiano. Na verdade, essa linha de pensamento
é realmente o resultado de uma forma muito sutil de santificação baseada em
obras de homens. Ela tacitamente assume que Deus faz o trabalho inicial de
mudar o coração de pedra em carne, mas depois permite aquele coração mudado a escolher seu próprio
caminho!!! Se isso fosse verdade, significaria que "o livre arbítrio"
ajudaria na salvação dos pecadores perdidos; tais como ídolos e imagens, seriam
muito úteis, mesmo necessárias. Pelo contrário, Deus não permite uma pessoa
regenerada desenvolver livremente sua teologia mais do que ele permite que uma
pessoa regenerada livremente persista no pecado. Em vez disso, ele coloca o seu
Espírito Santo dentro dessa pessoa, e o Espírito soberanamente conduz a pessoa
a toda a verdade de Deus (João 16:13).
Além disso, existem três verdades absolutas;
que o Espírito Santo nos esclarece especificamente: pecado, justiça e juízo
(João 16:8-11). Examinemos cada uma dessas verdades com mais detalhes.
Primeiro, porque Ele vai nos ensinar sobre o
pecado? A resposta é dada no versículo 9: “... porque não creem em mim;” esta é
obviamente a doutrina da depravação total. Todo pecador regenerado tem sido ensinado
por Deus Espírito Santo que ele é um vil, miserável, desamparado pecador,
totalmente vazio de justiça e absolutamente incapaz de chegar à fé salvadora
por si mesmos. Todo pecador regenerado tem sido ensinado por Deus Espírito
Santo que amenos, que o próprio Deus intervenha para salvá-lo, o pecador virá a
ser eternamente perdido (Salmo 130:3, João 6:45).
O pecador salvo pode não usar a expressão
"depravação total", mas eles sempre vão entender sua inata
incapacidade de agradar a Deus e nunca acreditará que foram seus próprios
esforços e decisões que foram interpostas em favor dele junto a Deus.
Arminianos ensinam exatamente o oposto quando proclamam que Deus salva um
pecador com base nas ações ou decisões do pecador (João 1:12, Romanos 9:16), ou
quando proclamam que Deus vai salvar com base em Sua presciência do que o
pecador vai fazer.
Em segundo lugar, porque Ele vai nos ensinar
sobre a Justiça? A resposta é dada no versículo 10: “... porque vou para meu
Pai, e não me vereis mais;” (Jo 16:10 ACF) Aqui, Jesus está ensinando que o
Espírito Santo ensinará a cada crente que Cristo, pela Sua morte sangrenta na
cruz, produziu uma justiça que satisfaz a justa ira do Pai contra todos a quem
Cristo representou. O Espírito Santo ensina a cada pecador regenerado sobre a
doutrina da Expiação Limitada. O pecador salvo pode não usar as palavras
"Expiação Limitada" ou "Redenção Particular", mas ele
sempre vai entender que Jesus tem efetivamente estabelecido a paz entre ele e
Deus, e nunca vai crer que alguém por quem Cristo morreu poderá vir a novamente
ficar sob a ira de Deus. Arminianos ensinam exatamente o oposto quando
proclamam que Jesus derramou Seu precioso sangue mesmo por aqueles que
eternamente sofrem a ira e a rejeição do Pai (Jeremias 6:14, Gálatas 1:8-9).
Terceiro, porque Ele vai nos ensinar sobre o
julgamento? A resposta é dada no versículo 11: “... porque já o príncipe deste
mundo está julgado.” Aqui, Jesus está ensinando que o Espírito Santo ensinará a
cada crente que Jesus desfez as obras do Diabo e com mão forte libertou os que
eram cativos do Diabo (Lucas 11:21-22; 1 João 3:8, 5:19). Nenhum crente nunca
poderá voltar às mentiras e laços de Satanás (João 10:5).
O Espírito Santo ensina a cada pecador
regenerado sobre as doutrinas da Graça Irresistível e da Perseverança dos
Santos. O pecador salvo pode não usar a expressão "Graça
Irresistível" ou "Perseverança dos Santos", mas ele sempre vai
entender que a sua conversão e perseverança vêm do Espírito Santo, e ele nunca
vai acreditar que a sua conversão e perseverança vêm da sua própria força.
Arminianos ensinam exatamente o oposto quando proclamam que um filho de Deus
pode novamente se tornar um filho do Diabo (Mateus 13:11-17).
Novamente, um pecador salvo pode não utilizar
todas as mesmas palavras que eu usei aqui, mas ele nunca vai acreditar o
contrário dessas doutrinas, nem jamais ele irá se opor a elas quando por elas
confrontados (I Coríntios 2:12).
Razão Número Três:
Os arminianos não estão salvos porque eles
odeiam a verdade {*} Este motivo também tem mais a ver com a evidência da
salvação de uma pessoa.
Olhe novamente para (II Tessalonicenses 2:12),
especialmente a última parte do verso. “Para que sejam julgados todos os que
não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade.” (II Ts 2:12 ACF)
Arminianos certamente têm prazer na iniquidade. Eles acreditam que Jesus
derramou o Seu sangue para resgatar milhões de pessoas a quem Deus enviará para
o inferno de qualquer maneira. E os arminianos certamente têm prazer no que é
falso. O nefasto e pervertido, Arminianismo, é o cumprimento da mais antiga
mentira em existência: “Você vai se tornar semelhante a Deus.” Ou, o que o
homem natural realmente quer ouvir: “Você vai se tornar mais poderoso do que
Deus.” Quando os arminianos proclamam um Deus que é impotente diante da vontade
humana, proclamam a mesma velha mentira que é tão agradável aos ouvidos não
regenerados.
E este é exatamente o ponto: aquele que odeia
a verdade é o homem natural, não regenerado. Por natureza, os homens amam as
trevas (João 3:19), por natureza, os homens odeiam a luz (João 3:20), apenas
aqueles que tiveram sua natureza mudada vêm para a luz (João 3:21). Uma vez que
arminianos odeiam a luz da verdade e amam as mentiras, somos forçados a
concluir que eles de fato, não são regenerados. O homem natural (o arminiano);
odeia a verdade da soberania de Deus (Salmo 15:03, Romanos 9:20).
"Mas", pode-se argumentar, "se
somos salvos porque somos ortodoxos, isto não faz com que a salvação seja o
resultado das obras?" Esse argumento é realmente uma sutil distorção do
que foi dito aqui. Ninguém está sugerindo que nós somos salvos por causa da
nossa doutrina ortodoxa (TULIP). Pelo contrário, o que estamos sugerindo é que
a doutrina ortodoxa é uma consequência inevitável de sermos salvos. Afirmar o
contrário seria negar a soberania do Espírito Santo, mesmo sobre os pensamentos
dos homens. A salvação não depende mais da [nossa] ortodoxia do que depende das
[nossas] boas obras, mas ambas [estas coisas] certamente virão a ser
manifestadas em cada filho de Deus, somos salvos, para as boas obras e não,
pelas boas obras!!! A salvação é uma obra completa de Deus e não nossa;
(Romanos 8:9).
Novamente, o autor desta obra, tem muitas
vezes ouvido a afirmação de que "uma pessoa não tem que ser ortodoxa
[adepto 100% da sã doutrina] para ser salva, porque até mesmo os demônios creem
em Deus." Mas vamos comparar Escritura com Escritura. "Ora, sem fé é
impossível agradar [a DEUS], porque aquele que vem a Deus deve crer que ele
existe e [que] ele é galardoador dos que o buscam" (Hebreus 11:6). Repare
como este verso é construído: ele (quem tem fé) tem que crer - e, em seguida,
há duas coisas para serem cridas. Observe também que o que se segue é um par
dos fatos: a existência de Deus e sua benevolência para com os eleitos e
eleitas.
Tiago 2:19 diz que os demônios creem na
existência de Deus, e este é um dos elementos necessários de acordo com
(Hebreus 11:6); Mas desde que eles não creem que ele é um Deus misericordioso,
eles tremem ao pensar em Sua ira divina que deve um dia cair sobre eles. São os
demônios realmente ortodoxos? Eles acreditam em algumas coisas sobre Deus, mas
não as coisas certas. Eles acreditam em algumas das verdades sobre Deus, mas
não em toda a verdade. E, sem toda a verdade, eles não são realmente ortodoxos.
Assim, vemos que a ortodoxia é um resultado necessário da salvação, afinal, não
somos salvos pela ortodoxia, somos salvos para a ortodoxia!!!
Novamente, é objetado que nenhum mero ser
humano pode compreender plenamente a Deus, porque somos finitos e Ele é
infinito (Isaías 55:9). Essa objeção é facilmente satisfeita quando lembramos
que os eleitos e eleitas de Deus são aqueles que são habitados pelo Espírito
Santo. Desta forma, um ser humano finito é capaz de compreender verdadeiramente
a Deus infinito, porque o infinito Espírito Santo os está ensinando.
Finalmente, é muitas vezes argumentado que os
arminianos têm que ser salvos, porque eles executam tamanhas boas obras. Poucos
calvinistas séria e abertamente insistiriam que somos salvos por causa de
nossas obras, mas quando a salvação dos arminianos é questionada, a resposta
típica é a de apontar para as suas boas obras. Eles são fervorosos na oração,
jubilantes na adoração, e zelosos de boas obras. E, acima de tudo, eles são
determinados ganhadores de almas, sempre falando de Deus e ocupados em fazer
pessoas serem convertidas. Mas afirmar que uma pessoa é salva por causa de
qualquer uma dessas ações é a negação do plano de salvação pela graça somente.
A justificação é um dom, ela nunca pode ser ganha por merecimento (Romanos
4:24, Tito 3:5). Mas, pela mesma razão, estas boas obras nunca podem ser usadas
como prova da nossa salvação. Os fariseus também foram fervorosos na oração
(Lucas 18:11-12), jubilosos na adoração (Mateus 6:05), e zeloso de boas obras
(Mateus 23:23,27,29; veja também Romanos 10:2-3).
Acima de tudo, eles eram exímios e
determinados ganhadores de almas, atravessando a terra e o mar para fazerem uma
conversão. E, ainda assim, qual foi o resultado da atividade deles de
"ganhar almas"? “... o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que
vós.” (Mt 23:15 ACF). Uma vez que os fariseus eram, obviamente, não salvos,
tudo isto tem que decorrer do fato que a carne é muito boa em reproduzir
[imitar] as boas obras, sem nunca ser agradável a Deus. No entanto, as obras
que são feitas na carne ainda são uma abominação para Deus, não importa como
elas aparecem aos homens. O contexto de (II Tessalonicenses 2:12); é ainda mais
explícito sobre esse ponto. “E com todo o engano da injustiça para os que
perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso
Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira;” (2Ts 2:10-11
ACF); Observe que aqueles que são salvos amam a verdade e os incrédulos não.
Observe também que Deus faz com que eles acreditem que uma mentira, com a
intenção de justamente enviá-los para longe de Sua presença, para sempre. Deus
os odeia, como ele odiou Esaú. Ousamos nós dizer que aqueles a quem Deus odeia
são salvos?
O próprio fato de que não existe qualquer
debate sobre esta questão indica que a maioria das igrejas calvinistas
professas não são igrejas verdadeiras em tudo. Frequentemente é ouvido o apelo
para a tolerância, baseada na equivocada noção de que a doutrina é de pouca
importância. (Tenho aprendido muito com os reverendos presbiterianos, Augustos
Nicodemus, Hernandes Dias Lopes e outros reformados... porém, não posso negar
que os mesmos demonstram ter algum tipo de acordo com os falsos profetas
pentecostais e neopentecostais do Brasil); ao contrário – a pureza da doutrina
do evangelho (a doutrina da salvação, ou soteriologia) é um fruto essencial da
salvação. Ser capaz de definir "soteriologia" não é necessário; ser
capaz de declarar os cinco pontos do Calvinismo não é necessário; mas amar a
verdade e dar toda a glória ao único, absoluto, soberano e verdadeiro DEUS é
necessário. Arminianos fazem exatamente o oposto quando eles tentam reservar
algumas dessas glórias para si mesmos; isto não é uma "sincera, mesmo que
errônea, compreensão da doutrina do evangelho", mas, sim, uma resoluta e
determinada rebelião contra o único e verdadeiro Deus, e um fedor para as Suas
narinas, baste ver os tipos de cultos que eles fazem, Culto da Prosperidade do
milagre urgente dos empresários da libertação e etc...
O fato, de que os arminianos não são salvos
também nos leva a algumas conclusões:
1. Não devemos ter comunhão com os arminianos.
Eles são membros da igreja prostituta e, se não [nos separarmos e] sairmos do
meio deles, nós compartilharemos de seus pecados (Apocalipse 18:4).
Naturalmente, isto não apenas significa que algumas amizades preciosas serão
perdidas, mas que [algumas] famílias serão semelhantemente divididas. Mas não é
esse exatamente o efeito que o evangelho é suposto ter? “34 Não cuideis que vim
trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada; 35 Porque eu vim pôr em
dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua
sogra; 36 E assim os inimigos do homem serão os seus familiares.” (Mt 10:34-36
ACF).
2. Devemos tratá-los de acordo com o que eles
são; 100% perdidos. Não faz nenhum bem [a ninguém] deixar um arminiano
prosseguir no pensamento de que tem a verdade, quando ele não a tem. Devemos
dar a eles testemunho do verdadeiro evangelho da graça. Deus é glorificado
quando nós falamos a verdade em amor (Efésios 4:15), mas não quando suprimimos
a verdade em prol da harmonia do grupo, afim de termos algum tipo de comunhão com
eles.
3. Devemos estar dispostos a exercer a
disciplina eclesiástica sobre aqueles [dentre nós] que finalmente se revelam
ser arminianos ou [firmemente] consideram que arminianos são seus irmãos em
Cristo. Parte da razão pela qual a maior parte da igreja professa apostatou é
que geralmente não está disposta a disciplinar os seus membros por razões
doutrinárias. Naturalmente, isso exige bom senso da parte dos ministros, mas
permitir a heresia permanecer em uma igreja em prol de expandir a lista de
membros é indesculpável e imperdoável.
Os Calvinistas precisam aprender que o poder
de Deus não repousará sobre [nossos] relacionamentos [comunhão] com os
arminianos e com ministérios arminianos. O poder de Deus está no Evangelho e
somente no Evangelho. Mas o verdadeiro poder do Evangelho não se manifestará a
menos que seja pregado em toda a sua plenitude, como um cheiro de vida para a
vida e como um cheiro de morte para a morte. O Evangelho condena os arminianos
como inimigos de Deus, inimigos da cruz, e inimigos do Evangelho. Desvie-se
para longe deles, para que você não compartilhe da condenação deles;
lembremo-nos sempre do Sínodo de Dort na Holanda!!! (2 João 11, Ap 18:4). Uma
conclusão bastante logica; é a frase do Rev. Prof. Dr. Albuquerque G. C. logo
abaixo:
“Todos, nascem
arminianos, é a graça de Deus que vai tornar alguns e apenas alguns; hipercalvinistas
supralapsarianos!!!”
(Rev. Prof. Dr. Albuquerque G. C.).
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